No dia 12 de março se comemora o Dia do bibliotecário. Este dia foi escolhido porque é a data de nascimento do bibliotecário Manoel Bastos Tigre. Ele é considerado o Primeiro Bibliotecário concursado do Brasil. Foi bibliotecário do Museu Nacional, Biblioteca Nacional e da Universidade do Brasil. Fonte: Wikipedia
sábado, 12 de março de 2016
Dia do Bibliotecário
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Umberto Eco
“Os jornais mentem, os historiadores mentem, a televisão hoje mente”
Bibliotecários, jornalistas e demais profissionais da informação mencionaram a repercussão da morte de Umberto Eco, no dia 19 de fevereiro de 2016. Houve diversas manifestações nas mídias sobre a importância deste intelectual italiano para o mundo.
Em 1981 durante as comemorações dos 25 anos de atividades da Biblioteca Municipal de Milão, Umberto Eco proferiu uma palestra onde elencou 19 pontos de uma má biblioteca. Este texto nos faz refletir sobre a Biblioteca e a satisfação do usuário. Outro momento marcante foi o lançamento de “Não contem com o fim do livro”, este título polêmico, reforça a importância do livro e suas diferentes funções, questões amplamente discutidas no âmbito da Biblioteconomia.
A Professora da Escola de Comunicação da UFRJ, Ivana Bentes publicou em sua página no Facebook um texto que resume a trajetória e a importância de Umberto Eco usando palavras simples e fortes:
Os jogos de inteligência e sedução de Umberto Eco, um dos poucos autores que deram sentido a isso que chamamos de Teoria da Comunicação e que foi o primeiro curso que eu dava recém chegada na ECO-UFRJ como professora, ainda descobrindo as teorias junto com os alunos!
1. A constatação óbvia, mas reveladora de "Obra Aberta" que diz que toda obra de arte é aberta e não se reduz a uma interpretação. A arte contemporânea trazendo esse caráter de indefinição e pluralidade frente as poéticas clássicas incapazes de lidar com a pluralidade de sentidos e as incertezas do mundo.
2. Apocalípticos e Integrados. Um livro provocador e absolutamente contemporâneo, ótimo para analisar os discursos polarizados nas redes.
Eco ironiza e critica tanto os "apocalípticos" que sobrevivem de discursos sobre a decadência da sociedade pós indústria cultural e cultura de massa e que se sentem superior a tudo isso! Os apocalípticos se consolam na catástrofe e se apresentam como superiores ao mundo, uma comunidade de 'super-homens' que se afirmam na recusa!
Mas também desconfia dos "integrados", os que são pouco críticos e imersos na funcionalidade do sistema social, com uma dose exacerbada de positivismo, alienação, imersos felizes e integrados na massificação.
3. Como se Faz uma Tese. O mais irônico texto de Eco sobre o extremo sofrimento, as angústias e incertezas de um tipo universal: o universitário da depressão, sofrendo horrores para escrever algo digno. Quando entendi isso, descobri que a tese era só o início de uma relação de altos e baixos com a escrita, com a teoria, com o discurso acadêmico: "A tese é como um porco: nada se desperdiça" foi meu único consolo para tanto sofrimento escrevendo a dissertação de mestrado e e a tese de doutorado.
4. Os romances! O Nome da Rosa, um texto que dá vontade de nunca mais escrever em academiquês, esconjurar todas as notas de pé de página e entender que a erudição e as referências infinitas, as mil teorias. livros e autores podem ser um extraordinário jogo de salão e de inteligência sedutora.
5. Em algum livro de Eco (O Pêndulo de Foucault) li pela primeira vez que os computadores tinham um inconsciente! Que é para onde vão todas as palavras, frases deletadas e embaralhadas e que ficam girando nesse limbo até que voltem a superfície fazendo sentido e virando escrita.
Hoje, lendo sobre a morte de Eco pularam esses fragmentos dos seus livros. Adios Eco! #umbertoeco #eco #ufrj #comunicação
Leia
mais sobre Umberto ECO em:
- Umberto Eco é caso raro de sucesso de
vendas com respeito intelectual- Morte de Umberto Eco comove a Itália
- Intelectuais brasileiros comentam o legado de Umberto Eco
- O dia em que Umberto Eco curou minha tristeza
- Umberto Eco e o manual do mau jornalismo
- O Nome da Rosa, de Umberto Eco, foi destaque no Caderno B do Jornal do Brasil em1983
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
APA
Novos periódicos disponíveis na American Psychological Association (APA) para consulta:
- The Humanistic Psychologist;
- Practice Innovations;
- Stigma and Health.
Saiba mais em http://www.apa.org/pubs/journals/
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Rio 450
A versão multimídia da exposição "450 anos da cidade do Rio de Janeiro contados pelas bibliotecas da UFRJ" já está disponível online. Clique na imagem abaixo e confira!
Assista também o vídeo da exposição.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Vitrine da Memória - Rio 450
![]() |
| Boletim Vitrine da Memória Rio 450, v. 4, n. 2, jul.-dez. 2015 |
Vence, por fim, Portugal, que posteriormente fundou, em 1º de março de 1565, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao seu rei D. Sebastião (MAURÍCIO, [19—])
O Rio de Janeiro que completou 450 anos em 2015, passou por diversas transformações políticas e urbanas, que podem ser acompanhadas por meio das obras da Coleção INEP, disponíveis na Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
EBSCO - Cambridge Journals no Portal de Periódicos da CAPES
Um dos mais renomado e conhecido
editor acadêmico - Cambridge Universtiy Press - oferece acesso
aos artigos científicos de seus periódicos através do Portal de Periódicos da CAPES.
São mais de 200 títulos
disponibilizados em diferentes áreas do conhecimento, como Ciências Humanas,
Ciências Sociais, Exatas e Tecnológicas, Ciências da
Vida,
entre
outras.
Todos os artigos podem ser
acessados nos formatos PDF e
HTML. (Fonte: EBSCO)
Acesse o PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES e confira!
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Exposição 450 anos da cidade do Rio de Janeiro contados pelas bibliotecas da UFRJ
Conheça a exposição “450 anos da cidade do Rio de Janeiro contados pelas bibliotecas da UFRJ” organizada pelo Sistema de Bibliotecas e Informação (SiBI) que terá sua abertura no dia 06 de novembro na Casa da Ciência.
A coordenadora do SiBI, Paula Mello afirma que:
A relação existente entra as bibliotecas da UFRJ e a cidade do Rio de Janeiro foi o mote para o SiBI realizar a exposição "450 anos da cidade do Rio de Janeiro contados pelas bibliotecas da UFRJ". Nossas bibliotecas são abertas à sociedade em geral e, através dessa exposição, surgiu a oportunidade de, através de livros dos nossos acervos, contarmos a história da cidade, do século XVI ao século XXI.
Período: 06 a 29 novembro de 2015
Local: Casa da Ciência (Rua Lauro Müller, n. 3 Botafogo).
Horário: Terça a Sexta 9h-20h30
Sábados, Domingos e feriados 10h ás 20h
Local: Casa da Ciência (Rua Lauro Müller, n. 3 Botafogo).
Horário: Terça a Sexta 9h-20h30
Sábados, Domingos e feriados 10h ás 20h
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